Audiobooks podem nos deixar mais emotivos que filmes, diz estudo

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Um novo estudo, feito pela Universidade College London e financiada pela empresa Audible comprovou que audiobooks nos deixam mais emotivos do que filmes.

O estudo foi feito na Universidade College London, uma universidade pública. Fonte: Google

O estudo, com o título de Measuring narrative engagement: The Heart Tells the Story, contou com 102 participantes que ouviram ou assistiram à momentos impactantes de 8 obras: Alien, de Alan Dean Foster; O Código Da Vinci, de Dan Brown; A Guerra dos Tronos, de George R.R. Martin; A Garota no Trem, de Paula Hawkins; Grandes Esperanças, de Charles Dickens; O Cão dos Baskerville, de Sir Arthur Conan Doyle; Orgulho e Preconceito, de Jane Austen; e O Silêncio dos Inocentes, de Thomas Harris. 

Os participantes que ouviram os audiobooks demonstraram maior mudança física, como pulso acelerado e temperatura do corpo elevada. No entanto, ainda há alguns que alegam que a parte visual ainda é mais cativante.

O estudo não é definitivo, afinal foi trabalhado com uma parcela pequena de pessoas e de material, mas é a primeira fase de uma longa parceria com a Audible.

Audible, empresa que trabalha com audiobooks, financiou a pesquisa. Fonte: Google

Entender como e por que nosso cérebro processa  informações e emoções terão aplicações amplas, chegando até o campo da medicina. Mas, por enquanto, o CEO da AudibleDon Katz, está contando que, ao financiar esse projeto, sua empresa poderá tomar decisões mais inteligentes sobre o que produzir e talvez até usar essa informação para informar autores de como escrever seus livros.

É uma pesquisa que valhe a pena esperar para ver seus resultados.

About Author

Eu nasci no dia 12 de outubro de 1990. Poderia te dizer a hora exata (se eu soubesse). Como toda boa primogênita, quase matei meus pais do coração nos primeiros segundos de vida, e não parei desde então. Meu grande e eterno amor sempre será a literatura. Música também. Coloca filmes e séries na lista. E comida. Ok, talvez a literatura não seja meu único amor... Sou jornalista, constantemente procurando sobre o que escrever. E procurando o botão de fazer minha mente parar de funcionar. Quê? Isso era pra ser uma informação biográfica? Pra mim, tá mais pra terapia.

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